O primeiro critério não é o gosto da equipe

Escolha dos Cantos da Missa 3 min de leituraQuirógrafo de São João Paulo II, n. 5; Musicam Sacram 9

Resumo

Gostar de um canto é legítimo, mas o gosto pessoal não pode ser o primeiro critério para decidir o repertório da Missa. A música litúrgica precisa corresponder ao texto, ao tempo e ao momento celebrativo, aos gestos do rito e às possibilidades reais de quem irá cantar. Uma composição artisticamente boa pode ser inadequada quando não responde à função para a qual está sendo escolhida.

Aplicação prática

Use quatro filtros antes de aprovar um canto: função ritual, texto e conteúdo, tempo ou celebração concreta e capacidade da assembleia e da equipe. Somente depois desses critérios entram preferências de estilo, arranjo e gosto musical. Esse processo torna a escolha menos subjetiva e mais pastoral.

Pergunta para reflexão

Se retirarmos a frase “eu gosto dessa música” da conversa, quais critérios sustentam nossas escolhas de repertório?

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