O primeiro critério não é o gosto da equipe
Resumo
Gostar de um canto é legítimo, mas o gosto pessoal não pode ser o primeiro critério para decidir o repertório da Missa. A música litúrgica precisa corresponder ao texto, ao tempo e ao momento celebrativo, aos gestos do rito e às possibilidades reais de quem irá cantar. Uma composição artisticamente boa pode ser inadequada quando não responde à função para a qual está sendo escolhida.
Aplicação prática
Use quatro filtros antes de aprovar um canto: função ritual, texto e conteúdo, tempo ou celebração concreta e capacidade da assembleia e da equipe. Somente depois desses critérios entram preferências de estilo, arranjo e gosto musical. Esse processo torna a escolha menos subjetiva e mais pastoral.
Pergunta para reflexão
Se retirarmos a frase “eu gosto dessa música” da conversa, quais critérios sustentam nossas escolhas de repertório?